Por que acreditamos
como o cérebro fabrica certezas e a ciência as desafia
DOI:
https://doi.org/10.60144/v6i.2025.149Palavras-chave:
Crença, Ciência, Padronicidade, Ceticismo, Michael ShermerResumo
A resenha analisa a obra Cérebro e Crença, de Michael Shermer, que investiga como o cérebro humano constroi crenças a partir de experiências subjetivas, emoções e padrões percebidos. Com base na psicologia experimental e na epistemologia científica, o autor introduz os conceitos de padronicidade e acionalização para explicar a origem de crenças religiosas, sobrenaturais e ideológicas. A obra oferece uma reflexão crítica sobre o papel da ciência na distinção entre convicções subjetivas e verdades sustentadas por evidências. A resenha destaca a relevância do livro para o campo da Ciência da Informação ao promover o pensamento crítico, o letramento científico e a compreensão dos mecanismos cognitivos que influenciam a produção e o consumo da informação. Também evidencia os riscos sociais das crenças infundadas, como o negacionismo científico. A linguagem acessível e a ampla exemplificação tornam a obra pertinente tanto para o público geral quanto para profissionais e pesquisadores da área.
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Referências
SHERMER, M. Ensine ciência a seu filho: torne a ciência divertida para vocês dois. São Paulo, SP: Ediouro, 2011.
SHERMER, M. Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas: pseudociência, superstição e outras confusões dos nossos tempos. São Paulo: SP: Editora Pensamento, 2011.
SHERMER, Michael. Cérebro e crença. São Paulo: JSN, 2012.
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